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Deficiências nas plantas

Se analizásemos uma planta em um laboratório extraeríamos mais de 100 elementos minerais. Atender às 1 por 1 com as necessidades de cada 1 é impossível pelo que geralmente são divididos em 2 tipos: microelementos e macroelementos.
Quando o solo não é capaz de satisfazer as necessidades de uma planta ou cultura, aparecem os primeiros sintomas visuais de deficiências ou carências minerais. Identificar a causa do problema é fundamental para iniciar o tratamento e, em alguns casos, é bastante complexo saber qual item é o que não estão em quantidade suficiente na planta, devido a que se pode disfarçar com pragas ou doenças, falta de irrigação, insolação etc.
O fato de diferenciar microelementos e macroelementos não se baseia em função de que alguns minerais são mais importantes do que outros, pois todos são igualmente indispensáveis e são conhecidos como elementos essenciais para a sua ausência paralisa uma função fisiológica e intervir em uma reação enzimática da planta, e não pode se desenvolver sem eles). A diferença entre micro e macro, reside na quantidade. No caso dos microelementos, que diremos a seguir quais são, necessitam de menores contribuições para o melhor desenvolvimento da planta e o contrário para os macroelementos, que tem que encontrar-se em maior quantidade na planta.
Macroelementos essenciais
Macroelementos primários
Macroelementos secundários
Micronutrientes ou microelementos
Microelementos essenciais
Pode ser que mesmo que tenhamos adicionado a nossa matéria orgânica, em quantidade suficiente ou não, aparecem sintomas na planta, que podem ser consultadas sobre as folhas, flores ou frutos, com alterações de cor ou inteligibilidade geral. O problema da deficiência dos elementos indispensáveis é que a falta de um reduz o desempenho do resto de minerais, devido à mobilidade e presença de antagonistas entre eles, por isso que o problema se agrava. Identificar qual item é o que falta e corrigi-lo a tempo para garantir uma boa produção, a fim de temporada e um desempenho positivo de nosso jardim.
Vamos ver a função de cada elemento e os sintomas que apresenta a planta quando não se encontram em quantidade suficiente. Os macroelementos essenciais (carbono, oxigênio, nitrogênio) não são citados como passíveis de falhas que são retirados do ar ou da água de irrigação e não fazem parte, como os que aparecem em seguida, a remoção dos sólidos do solo.
Sintomas na planta: os primeiros sintomas na planta observam-se sobre as folhas mais antigas. Estas folhas perdem a sua cor verde natural e tornam-se progressivamente amarelas, incluindo as nervuras. Se a deficiência continua, as folhas novas também se tornarão amarelas.
Sintomas na planta: ao igual que no caso da falta de nitrogênio na planta, esta carência se apresenta em as folhas antigas, mas sua aparência é completamente diferente do caso anterior. As pontas e margens das folhas amarelam para, com o tempo, necrosarse e secar. Em alguns casos (embora não seja comum) observam-se uma coloração avermelhada das folhas jovens.
Sintomas na planta: a carência de fósforo na planta produz alterações nas folhas antigas. Sobre elas se aprecia uma mudança de cor para verde escuro. Esta cor, com o avanço dos sintomas torna-se avermelhada e seca. Também se pode descobrir o problema, devido a uma redução do tamanho destas, embora este sintoma aparece quando a falta deste elemento é pronunciada. Além disso, os caules e brotos novos e produz um inteligibilidade ou perda de vigor generalizado sobre a planta, em estados avançados do problema.
O cálcio é um elemento que garante o vigor da planta e confere rigidez à hastes que sustentam as folhas e as flores. Apresenta o problema de que é um elemento pouco móvel na planta e as raízes têm dificuldade em absorvê-lo com facilidade. É um grande companheiro do Boro, e demonstrou-se que sem a presença deste elemento, o cálcio não se fixa muito bem sobre o cultivo.
Sintomas na planta: a carência de cálcio costuma ocorrer em solos ácidos (abaixo de pH 5) ou em solos alcalinos (pH >9) e os primeiros sintomas aparecem nas folhas jovens, onde se formam umas manchas circulares, que se tornam marrons com o tempo e necrosan. Os caules também se observam um enfraquecimento (como o fósforo) e um amarilleamiento sobre os brotos jovens.
Sintomas na planta: os primeiros sintomas de deficiências de magnésio aparecem nas folhas mais antigas. A folha se torna de cor amarela, que torna, com o tempo, avermelhada ou bronzeada. No caso do limão, por exemplo, aparece um ” V ” invertido na base da folha.
A falta de ferro nas plantas provoca a conhecida clorosis férrica, tema que alguma vez passaram por nossa hortelã e a nós, plasmado no Agromática. Aqui está o artigo onde falamos sobre ela.

Elaine

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